REFLEXÂO – OUTROS TEMPOS

REFLEXÂO – OUTROS TEMPOS

 São lembranças de vivencia leonisticas; lá atrás nos anos setenta , oitenta nosso clube

Vivia o auge no leonismo , tinha campanhas de tudo que é maneira.Lembro que nessa época nosso clube tinha uma força que nos dias de hoje faz muita falta. Que força era essa ? Era a força das domadoras. Tinha campanha que elas faziam sozinhas sem a participação do leão. Quantos  bazares elas realizaram , campanha de agasalhos, elas recolhiam e depois distribuíam aos mais carentes na sociedade . Nosso clube nunca teve uma companheira leão e sempre defendi que não era preciso. Elas se dedicavam como Domadoras sem ser preciso ser Companheira Leão.

O tempo passa e tudo sofre mudanças. O Lions de hoje, apesar de manter os princípios leonisticos , vem sofrendo muitas mudanças através da informática. Hoje nos falamos muito mais pelos aplicativo sociais do que pessoalmente.

Aquele calor do companheirismo hoje é menos quente do que outras épocas ,e isso queira ou não o companheirismo vai aos  pouco  diminuindo. As campanhas vão se desenvolvendo as vezes com muito menos calor daquele companheirismo vibrante que tínhamos em outras épocas.

Sei que os clubes de hoje vivem um momento preocupante. Vemos, nós e nossos companheiros envelhecendo e os clubes com muita dificuldade para colocar companheiros novos nos clubes.

Nossa luta foi e será sempre enfrentando todos tipos de dificuldades mas não podemos parar; temos que continuar sempre pensando na comunidade que precisa que o Lions continue fazendo o que fez até agora : sempre SERVIR.

Fiz essa reflexão pensando em, não sei como, mais estimular nossas DOMADORAS, porque com elas nosso SERVIR é muito mais promissor e quem ganha com isso é a COMUNIDADE. Peço a todos aqui que se esforcem em motivar sua domadora para podermos engrandecer mais nosso glorioso LIONS CLUBE DE BRODOWSKI.

MJF Nelson Agostinho e DM Sandra     17/06/2025 ( Fundador 09/021/977)

LIONS CLUBE DE BRODOWSKI

www.lionsclubedebrodowski.com.br

observação Quando o Lions Internacional foi fundado em 1917 por Melvin Jones, sua esposa Rose Amanda Freeman, que o ajudava em todas as tarefas, ajudou a convencer os 36 delegados que participaram da 1ª Convenção de Lions realizada em Dallas, no Texas, o ingresso das mulheres nas fileiras do Lions. Porém um ano depois, na 2ª Convenção realizada em Saint Louis, Missouri, a resolução anterior foi revogada, proibindo a participação das mulheres nos clubes de Lions.

Em 1977 quando o brasileiro João Fernando Sobral presidia o Lions Internacional ele propôs formalmente o ingresso das mulheres na 59ª Convenção realizada em Nova Orleans, Lousiana. Mas a proposta foi rejeitada pela maioria e nem chegou a ser discutida na plenária. Somente 10 anos depois, em 1987, durante a 69ª Convenção realizada em Taiwan, com 77% dos votos dos delegados favoráveis foi aprovado o ingresso das mulheres como associadas do Lions.

Em 4 de julho de 1987, Maria Nydia Manzano de Freitas foi a primeira mulher a ingressar como sócia num clube brasileiro. Ela se tornou associada do Lions Clube de Assis, cidade do interior paulista na região de Marília. A primeira governadora de um Distrito foi Mireyam de Nogueira, do Lions Clube de Lambare, no Paraguai, em 1993.

No Brasil quatro mulheres assumiram, em 1995, simultaneamente como primeiras governadoras: Maria Seleneh Moreira Pires, no Distrito LC2 (Salavdor-BA), Tereza Costa e Silva no LC3 (Rio de Janeiro), Maria Letícia Barros Gonçalves no LC5 (Campinas) e Wilma Barros Barretos no LC14 (Aracaju-SE). A irlandesa Guorun Ybgvadottir foi a primeira mulher a assumir como presidente internacional do Lions em 2018. Em julho de 2023 também assumiu outra mulher como presidente internacional: a canadense Patti Hill.

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